Caminhos de Ferro de Portugal

Princípios e vantagens da alta velocidade

Vantagens consideráveis de comboios de alta velocidade:

  • Alta capacidade (Sá,2006 ; Rodrigues, 2002)
  • Respeito ambiental (Sá,2006)
  • Alta segurança (Sá,2006 ; Rodrigues, 2002)

O sistema de Alta Velocidade é composto por:

  • Infra – estruturas (Rodrigues, 2002)
  • Localização de Estações (Vitorino, 2006)
  • Material Circulante (Fernandes, 2007)
  • Regras de operação
  • Sistemas de sinalização (Parlamento, 2005)
  • Marketing (MKT, 2007)
  • Manutenção de sistemas (RTP, 2007)
  • Financiamento (Suspiro, 2006)
  • Gestão (RAVE, 2004)
  • Aspectos legais (UIC, s.d.)

O desempenho que suporta a alta velocidade para os clientes são:

  • Velocidade Comercial, viajar com um elevado nível de velocidade
  • Tempo total de viagem, beneficiar um curto tempo de viagem de porta a porta
  • Elevada oferta de capacidade de Transporte
  • Fiabilidade, um sistema fiável de transportes, que funciona independente em quase todos os casos de meteorologia (CP, s.d.)
  • Acessibilidade, pode utilizar comboio espontâneamente, sem longos check-in
  • Preço (MKT, 2007)
  • Conforto, existe um maior nível de conforto (em termos de espaço, acelerações, ruído, luz, etc) em comparação com outros meios (FlyCalifornia, s.d.)
  • Segurança (Sá,2006 ; Rodrigues, 2002)
  • “Liberdade”, durante a viagem, é possivel circular dentro do comboio quando se quiser e utilizar o restaurante, wc ou apenas para passear, nem são necessários cintos de segurança , dispositivos eletrónicos não são limitados, etc

Vantagens Sociais da Alta Velocidade

  • Oferece alta capacidade de transporte ,a té 300000 passageiros por dia (Antunes, 2005 ; FlyCalifornia, s.d.)
  • Respeitador do ambiente (UIC, s.d.)
  • Ajuda ao desenvolvimento económico (UIC, s.d.)
  • A rede de alta velocidade promove um ordenamento lógico de território e ajuda a conter expansão urbana (Vitorino, 2007)

Referências

ANTUNES, Rogério. “EURAILSPEED 2005 – Congresso Mundial sobre a alta velocidade ferroviária Rogério” [pdf em linha]. MILÃO:EURAIL, 2005. [Consult. 30 Nov. 2007]. Disponível em: http://www.ciari.org/opiniao/eurailspeed2005.pdf

CP- Caminhos de Ferro Portugueses, “Projectos de Futuro” [em linha]. [Consult. 3 Dez. 2007]. Disponível em: http://www.cp.pt/cp/displayPage.do?vgnextoid=7a1fb4327d606010VgnVCM1000007b01a8c0RCRD

EUROPEU, Parlamento. “Implantação do sistema europeu de sinalização ferroviária ERTMS/ECTS” [em linha]. s.l., 2005 [Consult. 4 Dez. 2007]. Disponível em: http://europa.eu/scadplus/leg/pt/lvb/l24458.htm

SUSPIRO, Ana, “Financiamento público à rede de TGV é metade do custo anual com as Scut“. [em linha]. Lisboa: Diário de Noticias, 2006. [Consult. 2 Dez. 2007]. Disponível em: http://dn.sapo.pt/2006/11/08/economia/financiamento_publico_a_rede_tgv_e_m.html

Fernandes,Mário Pinto Alves. “Reflexões sobre o TGV“. [em linha] Oeiras, 10 Junho 2006. [Consult. 3 Dez. 2007]. Disponível em: http://www.democracia-aberta.com/democracia_forum/ver_topico.php?t=57

FlyCalifornia. “Benefits Of The California High-Speed Train (HST) System“. [em linha]. California: FlyCalifornia, s.d. [Consult. 17 Nov. 2007]. Disponível em: http://www.cahighspeedrail.ca.gov/future/benefits.asp

RODRIGUES, Rui.”REDE DE MERCADORIAS E ALTA VELOCIDADE“. [pdf em linha]. [Consult. 3 Dez. 2007]. Disponível em: http://socgeografia-lisboa.planetaclix.pt/transportes/MAPASREDES1.pdf

MKT – o portal do Marketing. “TGV vai ter de vender bilhestes Low Cost“. [em linha]. Lisboa: MKT,2007. [Consult. 1 Dez. 2007]. Disponível em: http://www.mktonline.net/index.php?cat=2&item=10328&hrq=&PHPSESSID=855a0eaed0fb3b5604888b241d62ff8e

RAVE – Rede Ferroviária de Alta Velocidade. “RAVE adjudica gestão integrada do projecto“. [em linha] Lisboa: RAVE, 2004. [Consult. a 2 Dez. 2007]. Disponível em: http://www.rave.pt/not13.htm

RTP – Rádio Televisao Portuguesa. “Alstom, Bombardier e Siemens interessadas em fornecer comboios para projecto de alta velocidade” [em linha] Lisboa, 3 Dez. 2007. [Consul. 3 Dez. 2007]. Disponível em: http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=287297&visual=26

Sá, H. Oliveira.”O TGV E A ALTA VELOCIDADE, PERDURAM AS CONFUSÕES” [em linha]. s.l., Agosto 2006 [Consult. a 4 Dez. 2007] Disponível em: http://maquinistas.org/pdfs_hos/tgvaltavelocidadeconfusoes.pdf

UIC – Internacional Union of Railways. “Highspeed Principles and Advantages” [em linha]. Paris: UIC, s.d. [Consult. 17 Nov. 2007]. Disponível em: http://www.uic.asso.fr/gv/article.php3?id_article=21

VITORINO, Ana Paula. “Modelo de Negócio da Rede Ferroviária de Alta Velocidade“[em linha]. Lisboa: Ministério das Obras públicas, transportes e comunicações, 2007 [Consult. a 3 Dez. 2007]. Disponível em: http://www.portugal.gov.pt/Portal/PT/Governos/Governos_Constitucionais/GC17/Ministerios/MOPTC/Comunicacao/Intervencoes/20070621_MOPTC_Int_Negocio_RAV.htm

2007-12-04 1:35 Francisco Martins

2 comentários »

  1. Este comentário refere-se a uma versão anterior desta página.

    Várias referências.

    Desenquadrada dos trabalhos já feitos.

    Página curta.

    Citações e referências incorrectas.

    2 pontos

    Comentar por Virgílio A. P. Machado — Dezembro 13, 2007 @ 11:45 pm

  2. Várias referências.

    Desenquadrada dos trabalhos já feitos.

    Página curta.

    Citações e referências incorrectas.

    1 ponto

    Comentar por Virgílio A. P. Machado — Dezembro 13, 2007 @ 11:49 pm


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