Caminhos de Ferro de Portugal

TGV de mercadorias

Prazos e Projecções

  • Presidente Conselho Empresarial do Centro defende que transporte de mercadorias por AV deverá ser possível antes de 2015 (Moliceiro.com, 2003)
  • Num futuro próximo o caminho de ferro proporcionará alternativas mais eficientes, seguras e ambientalmente sustentáveis, tal como exigem as medidas de política comunitária e o cumprimento das metas de Quioto (RAVE, 2007)
  • Projecções de procura de AV em 2029 para corredor Norte em cerca de 3,34 milhões de toneladas nas relações com Espanha e U.E. (Ribeiro, 2005, p. 13)
  • Projecções de procura de AV em 2029 para corredor Sul Norte em cerca de 1,5 milhões de toneladas nas relações com Espanha (Ribeiro, 2005, p. 15)

Considerações

  • Comparação dos tempos de viagem novo serviço AV (Ribeiro, 2005, p. 11)
  • Velocidades em linhas mistas – passageiros e mercadorias. (Sá, 2005, p. 5)
  • Quota modal estabilizada em torno de valores extremamente reduzidos (Macário, 2006, p. 9)
  • Fraca incorporação das exigências actuais de organização das cadeias logísticas e de transporte (Macário, 2006, p. 9)
  • Incapacidade de satisfação das necessidades dos diferentes segmentos de procura de transporte de mercadoria (Macário, 2006, p. 9)
  • Estrutura de clientes cristalizada em torno de um reduzido número de utilizadores (Macário, 2006, p. 9)
  • Fraca capacidade de satisfazer os requisitos de outros segmentos de mercado (Macário, 2006, p. 9)
  • Manutenção de uma situação de monopólio de facto (Macário, 2006, p. 13)

Vantagens

  • Transporte de mercadorias através de camiões TIR será cada vez mais caro e não serve para escoamento de grandes quantidades (Moliceiro.com, 2003)
  • Modo ferroviário de AV tem condições para oferecer alternativas competitivas (RAVE, 2007)
  • União Europeia vai ser por limitações ao transporte de mercadorias, o que é um argumento a favor da AV (Moliceiro.com, 2003 ; Directiva 440/CEE, 1991)
  • Tendência crescente para recorrer ao TGV para transporte de mercadorias (Moreira e Rodrigues, 2007, p.177)
  • Ligações que podem tornar projecto TGV rentável: num mesmo canal passageiros e uma linha convencional para transporte de mercadorias. (Rodrigues, V. , 2007)
  • No transporte de mercadorias existe um segmento ainda relativamente reduzido em relação ao qual o mercado atribui um alto valor a um tempo de transporte muito reduzido. (RAVE, 2007)
  • População total da área abrangida pelo futuro sistema de AV de 17,1 milhões de habitantes (Ribeiro, 2005, p. 4)
  • Transporte de mercadorias e hipótese de desenvolvimento para região alentejana (Ferreira, 2005)
  • Importância da aposta no transporte de mercadorias (Rodrigues, R. , 2003, p. 7)
  • Forte apoio político, a nível comunitário, ao desenvolvimento do transporte combinado (Macário, 2006, p. 8)
  • Liberalização do transporte ferroviário de mercadorias a nível comunitário (Macário, 2006, p. 8)
  • Crescente integração das economias portuguesa e espanhola (Macário, 2006, p. 8)
  • Progressiva consciencialização, por parte dos operadores logísticos, das vantagens e potencialidades associadas à utilização do modo ferroviário (Macário, 2006, p. 8)
  • Regulação comunitária aumenta restrições ao desenvolvimento do transporte rodoviário (Macário, 2006, p. 8 ; Directiva 14/CE, 2001)

Desvantagens

  • Possíveis consequências de não optar por transporte de mercadorias para Portugal (Nohab, 2007)
  • Necessidade maior de transbordo (Pedelhes, s.d)
  • Menor flexibilidade no trajecto (Pedelhes, s.d)
  • Grande risco de roubos e furtos (Pulsar, s.d.)
  • Pouco competitivo para pequenas distâncias (Gomes et al., s.d., p. 24)
  • Horários poucos flexíveis (Gomes et al., s.d., p.24)

Sistemas de Ligação

  • Sistema Ferroutage para as empresas da Região Norte e Centro (Rodrigues, R. (1) , 2003, p. 6)
  • Hipótese de um terminal Modalohr em Aveiro (Rodrigues, R. , 2003, p. 8)
  • Explicação do funcionamento de um terminal Modalohr (Lohr Group, 2006, p. 1-2)

Internacionalização

  • Madrid, Lisboa e Porto representam 57% da população total abrangida pelo futuro sistema de AV (Ribeiro, 2005, p. 4)
  • Transporte de mercadorias até Madrid (cargas até 17 ton./eixo) coordenado com transporte de passageiros (RAVE, 2007)
  • Objectivos da via Aveiro-Salamanca para o transporte de mercadorias (Rodrigues, R. (2) , 2003, p. 4)
  • Ligações entre Sines, Setúbal, Lisboa e Leixões entre si a Aveiro, e Aveiro ao resto da Europa (Rodrigues, R. , 2003, p. 9)

Modelos de negócio

Características do modelo ‘Operador Ferroviário Retalhista

  • Produção de transporte ferroviário numa óptica de desintegração horizontal da operação (Macário, 2006, p. 20)
  • Tipicamente composto por carregadores sem escala suficiente para viabilizar a operação (Macário, 2006, p. 20)
  • Comboio ‘shuttle’ e/ou vagão completo (Macário, 2006, p. 20)
  • Risco comercial Médio(no caso do ‘shuttle’, em que a oferta é disponibilizada de forma regular independentemente da procura efectiva) (Macário, 2006, p. 20)
  • Risco comercial Elevado (no caso do vagão completo, fruto dos elevados custos e da complexidade associada a um serviço ferroviário porta-a-porta) (Macário, 2006, p. 20)
  • Melhoria das condições operacionais das infra-estruturas terminais (Macário, 2006, p. 20)
    Melhoria dos níveis de fiabilidade da operação de transporte (Macário, 2006, p. 20)
  • Densidade da procura potencial nos corredores seleccionados (no caso do ‘shuttle’) (Macário, 2006, p. 20)
  • Relação entre custos de operação e nível de serviço (no caso do vagão completo) (Macário, 2006, p. 20)

Características do modelo ‘Operador Integrado’

  • Oferta integrada de serviços logísticos e de transporte intermodal, por via de:
    • incorporação da operação ferroviária por operadores logísticos (integração horizontal) (Macário, 2006, p. 21)
    • alargamento da oferta de serviços por operadores ferroviários (diversificação horizontal) (Macário, 2006, p. 21)
  • Carregadores e/ou operadores logísticos com ou sem escala suficiente para viabilizar, por si só, a operação (Macário, 2006, p. 21)
  • Comboio completo e comboio-bloco (Macário, 2006, p. 21)
  • Risco comercial Reduzido a metade (dado que, de uma forma geral, compete ao operador assegurar níveis elevados de utilização) (Macário, 2006, p. 21)
  • Posse de infra-estruturas terminais intermodais (Macário, 2006, p. 21)
  • Nível de fiabilidade da operação de transporte (ferroviário e/ou combinado) (Macário, 2006, p. 21)

Referências

Directiva 2001/14/CE. PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO. (01-02-26).[em linha]. [Consult. 19 Dez. 2007]. Disponível em: http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/site/pt/oj/2001/l_075/l_07520010315pt00290046.pdf

Directiva 1991/440/CEE. PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO. (91-07-29).[em linha]. [Consult. 18 Dez. 2007]. Disponível em: http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=CELEX:31991L0440:PT:HTML

FERREIRA, Nuno. Blog Política Pura. [em linha]. Blogger: San Francisco, 2007. [Consult. 13 Nov. de 2007]. Disponível em: http://politicapura.blogspot.com/2005/11/rede-de-transportes-no-alentejo.html

GOMES, Adriano et al. Transportes. [em linha]. Porto: FEUP, s.d. [Consult. 18 Dez. 2007]. Disponível em: http://paginas.fe.up.pt/~mac/ensino/docs/L20062007/Trabalhos/T3G2.ppt

GONÇALVES, João. Blog Origens. [em linha]. Lisboa: SAPO, 2007. [Consult. 13 Nov. de 2007]. Disponível em: http://artesaoocioso.blogs.sapo.pt/1418.html

Moliceiro.com. TGV: Presidente da CEC quer transporte de mercadorias antes de 2015. Jornal Moliceiro. [em linha]. 19 Dez. 2007. [Consult. 14 Dez. de 2007]. Disponível em: http://www.moliceiro.com/uebenet/detalhe.asp?Id=402

LOHR, Group . Modalohr The terminals. [em linha]. Lisboa: SAPO, 2007. [Consult. 13 Nov. de 2007]. Disponível em: http://www.modalohr.com/fiches_info/terminaux_gb.pdf

MACÁRIO, Rosário. O TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE MERCADORIAS EM PORTUGAL. [pdf em linha]. Lisboa: INTF, 2006. [Consult. 19 Dez. 2007]. Disponível em: http://www.intf.pt/Uploads/%7B071229B1-B52E-4C1A-BBED-9F69EA08A289%7D.pdf

MOREIRA, Rui; RODRIGUES, Rui – A rede ferroviária portuguesa. In ABECASIS, Krus [et al.] – O erro da OTA e o futuro de Portugal . Lisboa: Tribuna, 2007. ISBN 978-972-8799-67-0. p. 173-184

NOHAB. Blog Sobre comboios… Ou sobre a operadora ferroviária. [em linha]. Blogger: San Francisco, 2007. [Consult. 13 Nov. de 2007]. Disponível em: http://cepe.blogspot.com/2007/04/ota-e-tgv-uma-viagem-ao-futuro.html

PEDELHES, Gabriela, et al. Logística de Transportes. [em linha]. Santa Catarina: GELOG – USFC, s.d. [Consult. 16 Dez. 2007]. Disponível em: http://www.gelog.ufsc.br/Publicacoes/Apresentacao_Transportes.pps

PULSAR – Comércio Internacional Ltda. Transporte Ferroviário. [em linha]. Brazil: PULSAR, s.d. [Consult. 18 Dez. 2007]. Disponível em: http://www.atualtec.com/clientes/01524/01687/transporte-ferroviario

RAVE – Rede Ferroviária de alta velocidade. Mercadorias. [em linha]. [Consult. 14 Dez. de 2007]. Disponível em: http://www.rave.pt/estudos/merc.htm

RIBEIRO, Alberto. Ligações de Alta Velocidade Prõjecções de Procura. [em linha]. Lisboa: RAVE, 2005. [Consult. 14 Dez. de 2007]. Disponível em: http://www.moptc.pt/tempfiles/20060227144918moptc.pdf

RODRIGUES, Rui (1). Região norte e a alta velocidade. Público. [em linha]. 3 Nov. 2003.[Consult. 13 Nov. de 2007]. Disponível em: http://www.maquinistas.org/pdfs_ruirodrigues/AVEIRO2.pdf

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RODRIGUES, Valdemar. Blog O ambientalista céptico. [em linha]. Blogger: San Francisco, 2007. [Consult. 13 Nov. de 2007]. Disponível em: http://oambientalistaceptico.blogspot.com/2007/08/uma-reflexo-sobre-o-tgv.html

SÁ, Henrique Oliveira. TGV e a AV, perduram as confusões . [em linha]. [Consult. 13 Nov. de 2007]. Disponível em: http://maquinistas.org/pdfs_hos/tgvaltavelocidadeconfusoes.pdf

19-12-2007 02:20 Francisco Martins

17-12-2007 02:57 Diogo Aurélio

4 comentários »

  1. Página sobre tema muito relevante.

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    Várias referências.

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    Assunto «Aeroporto OTA» não relacionado com o tema.

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    3 pontos

    Comentar por Virgílio A. P. Machado — Novembro 29, 2007 @ 1:58 am

  2. Este comentário refere-se a uma versão anterior desta página.

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    Comentar por Virgílio A. P. Machado — Dezembro 22, 2007 @ 11:49 pm

  3. Não foi entregue cópia correcta da versão anterior

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    4 pontos

    Comentar por Virgílio A. P. Machado — Dezembro 22, 2007 @ 11:56 pm

  4. […] […]

    Pingback por Anónimo — Novembro 4, 2009 @ 11:59 am


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